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terça-feira, 26 de setembro de 2023

Curiosidades sobre o corpo humano

 O nariz humano é capaz de sentir e identificar aproximadamente 50 mil aromas, enquanto os olhos podem distinguir até 10 milhões de cores diferentes. O corpo possui muitos músculos, mas o mais forte deles é a língua. O coração bate, em média, 100 mil vezes por dia – cerca de 60 a 100 vezes por minuto.

Um bebê tem mais ossos que um adulto

O corpo de um adulto possui 206 ossos. No entanto, ainda quando recém-nascido, o ser humano apresenta certa de 300 ossos. A diferença se dá, pois, ao longo do crescimento, muitos ossos acabam se fundindo, tornando-se apenas um. 

 Os vasos sanguíneos poderiam dar duas voltas na Terra

A totalidade dos vasos sanguíneos existentes no corpo humano, ou seja, artérias, veias e capilares, medem cerca de 100 mil quilômetros. Se juntos, poderiam dar duas voltas e meia no planeta Terra, visto que o planeta mede 40.075 km em circunferência.

O corpo possui quase 5 litros de sangue

Os únicos locais do corpo humano que não são irrigados por vasos sanguíneos são os cabelos, córneas e unhas. Em quantidade líquida, o corpo humano possui quase 5 litros de sangue. Quando retirado para doação, são cedidos no máximo 450 ml que são repostos pelo organismo no mesmo dia.

domingo, 26 de abril de 2015

Mercado Público Municipal

Mercado Público Municipal de Florianópolis é um centro de comércio e edifício público histórico de Florianópolis, capital do estado de Santa CatarinaBrasil. O prédio é composto de duas alas – norte e sul – separadas por um vão central. No local acontece um variado comércio, principalmente de vestuárioalimentos, utensílios diversos e artesanato. Além disso, é um importante ponto de encontro e lazer da cidade, tanto para moradores quanto para turistas.

História

Mercado Público tem sua origem em barracas e quitandas construídas pelo governo da Capitania de Santa Catarina, provavelmente no fim do século XVIII. Estas barracas e quitandas eram alugadas por pequenos comerciantes. O aluguel era recebido primeiramente pelo governo da capitania, e após a Independência do Brasil, pelo governo da província de Santa Catarina.
O Mercado Público era o local onde os pequenos comerciantes da ilha de Santa Catarina, e litoral próximo (São José da Terra Firme e São Miguel da Terra Firme), vendiam peixe, carne de sol, feijão, arroz, mandioca, hortaliças, drogas do sertão, comidas preparadas na hora, dentre outros produtos.
As pessoas que vendiam produtos eram em sua maioria escravos de ganhoforros e brancos pobres. Os principais frequentadores do comércio eram escravos, forros, marinheiros, militares, viajantes e a população local, em geral.
Em 1838, o governo da província autorizou a construção de uma Praça de Mercado, que deveria ficar entre as ruas Livramento e Ouvidor, em um local de terreno de marinha, fora do Largo da Matriz.
Dois grupos políticos locais entraram em disputa pela escolha do local que o Mercado Público deveria ser construído. Por um lado, os grandes comerciantes locais queriam que as barracas continuassem no Largo da Matriz. O motivo era que a localização das barracas e quitandas atraia clientes para suas lojas, que ficavam na rua do comércio, atualConselheiro Mafra. A maioria destes grandes comerciantes tinhas familiares em todas as irmandades religiosas encontradas na Ilha de Santa Catarina.
O outro grupo político era formado por pessoas que moravam em outros lugares da Ilha, de outras províncias, ou mesmo de outros países. Muitos pertenciam a loja maçônica Concordia, e a Sociedade Patriótica, ambas fundadas porJerônimo Coelho em Desterro. Estes desejavam instalar as barracas e quitandas fora do perímetro urbano, próximo a ponto do vinagre.
Em 1845, a visita de Dom Pedro II e do Bispo do Rio de Janeiro levou a Câmara de Desterro a aprovar a mudança de lugar das barracas e quitandas. O centro urbano foi higienizado, e as barraquinhas foram removidas para as proximidades do Largo Santa Bárbara, junto à Ponte do Vinagre, fora do perímetro urbano.
Os grandes comerciantes desejavam que as barracas e quitandas voltassem para o Largo da Matriz, enquanto os maçônicos e a Sociedade Patriótica desejavam que continuassem perto da ponte do vinagre.
Esta disputa, por fim, deu origem ao Partido Conservador catarinense, dos grandes comerciantes locais, e o Partido Liberal catarinense, que pertencia principalmente aos maçonicos e aos grupos associados na Sociedade Patriótica.
Por fim, o primeiro prédio do Mercado Público foi construído em 1851, situava-se ao sul do Largo da Matriz,, junto ao mar. Em 5 de fevereiro de 1899, o prédio foi transferido para a localização atual, na época também à beira-mar, possuindo apenas uma ala.
A segunda ala só veio a ser entregue em 24 de janeiro de 1931, construída sobre um aterro, assim como as pontes de ligação e o vão central. O conjunto arquitetônico tem a sua configuração atual desde 1932, com a reinauguração da primeira ala. Atualmente, devido à construção de uma grande aterro na Baía Sul, o edifício encontra-se longe do mar.


Praia da Joaquina



Praia da Joaquina é uma praia oceânica da cidade brasileira de Florianópolis, ao leste da ilha de Santa Catarina, ao sul do Brasil. O ponto procurado por surfistas, já foi sede de alguns campeonatos mundiais de surfe.
A denominação da praia é recente, aparecendo pela primeira vez em mapas a partir de 1975. Até então, era chamada de praia do Campeche. A Praia da Joaquina pertence ao Distrito da Lagoa da Conceição e dista 15 km do Centro da Cidade de Florianópolis na direção nordeste. Possui 3.000 metros de extensão e sua largura varia de 8 a 70 metros. A Praia da Joaquina, ou Joaca, foi descoberto por surfistas, primeiro os brasileiros e depois os estrangeiros, a partir da década de 1970.
Joaquina é um dos lugares mais procurados por sufistas e esportistas em geral, todos os dias têm partidas de futebol na areia, futevôlei, corredores, etc. Além de contar com boa estrutura para banhistas, com sanitários, chuveiros, posto policial, salva-vidas, iluminação noturna, etc.
A praia da Joaquina é também conhecida pelo criativo "surfe sobre as dunas" ou Sandboard, uma variação do surfe tradicional e que acontece sobre as grandes e belas dunas que contornam a praia. A "Joaquina", como normalmente é conhecida, tem início no final da Praia do Campeche e seu término acontece na Ponta do Retiro.
Conta-se que o nome teria sido dado em homenagem a Dona Joaquina, moradora das praias do leste da ilha de Santa Catarina, que ensinava as outras mulheres do local a fabricar utensílio domésticos de linhas entrelaçadas, além de alimentar os pescadores que compareciam à sua casa.
Segundo a lenda, ela teria sido tragada pelas ondas do mar da região.
Dizem que aproximadamente em 1850 ela realizava seus trabalhos nas pedras do costão daquela praia deserta e sem nome. Um dia distraida pela magia do lugar não percebeu o tempo passar e nem a maré subir. Ela foi levada pelo mar junto com suas rendas, que a possibilitaram flutuar até sumir.



Fortaleza de São José da Ponta Grossa

Fortaleza de São José da Ponta Grossa localiza-se entre as praias do Forte e do Jurerê, no litoral do estado de Santa Catarina, no Brasil.
Ergue-se em posição dominante na encosta do morro da Ponta Grossa, a noroeste da ilha de Santa Catarina, dominando a baía Norte.
Projetada e construída pelo brigadeiro José da Silva Pais, primeiro governador da Capitania de Santa Catarina (1739-1745), é um dos vértices do triângulo defensivo da barra da baía Norte da ilha na primeira metade do século XVIII, integrado pela Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim e pela Fortaleza de Santo Antônio de Ratones




História

Sob a invocação de São José, a construção desta fortaleza teve início em agosto de 1740, tendo sido concluída cerca de quatro anos após
Outras fortalezas foram construídas para ajudar na defesa da cidade e foi levantada, a partir de 1765, a Bateria de São Caetano da Ponta Grossa. Quando da invasão espanhola de 1777, ante o desembarque dos atacantes na praia de Canasvieiras, esta bateria foi abandonada por seus defensores, que se recolheram à Fortaleza de São José, por sua vez também abandonada após ter disparado dois tiros.


Tanto esta fortaleza, quanto a Bateria que se lhe subordinava, se encontravam sob o comando do Capitão Simão Rodrigues de Proença, do Regimento de Linha de Infantaria da Ilha de Santa Catarina, oficial experimentado nas Campanhas do Sul, com impecável fé de ofício. Seguindo ordens do Governador da Capitania,Pedro Antônio da Gama Freitas (1776-1777), retirou-se da Praça-forte ao terceiro dia de cerco, sem combate. Julgado e condenado por esse ato pela Coroa portuguesa, durante o processo da Devassa aberta para esse fim, morreu na prisão. A ilha de Santa Catarina permaneceu sob o domínio espanhol até ao ano seguinte (1778), quando foi devolvida aos portugueses pelo Tratado de Santo Ildefonso (1777).


Tombada pelo antigo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (1938), a fortaleza encontrava-se em ruínas. A partir de 1976, por iniciativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Fortaleza de São José da Ponta Grossa começou a sofrer intervenções de limpeza da vegetação e consolidação das ruínas com vistas a trabalhos de restauro. Em 1977, foram realizadas obras de consolidação de emergência em alguns trechos de muralhas, naCasa do Comandante, na Portada, bem como a restauração parcial da Capela.
Em 1987, ao ser cadastrada como sítio arqueológico protegido por lei federal, foram realizados os primeiros trabalhos de prospecção arqueológica por técnicos do IPHAN/Fundação Pró-Memória, e que tiveram sequência em 1989-1990 dentro do "Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, 250 anos na História Brasileira" com a equipe do Museu Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina. Finalmente em 1991-1992 graças a um convênio da UFSC com o Ministério do Exército, no âmbito do "Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina - 250 anos na História Brasileira", a primeira assumiu as tarefas de administração e conservação, e com recursos da Fundação Banco do Brasil, a Fortaleza de São José teve o restante de seus edifícios restaurados, podendo ser apreciados as muralhas, o Pórtico, a Capela, e o Quartel da Tropa. A iniciativa foi promovida pelo IPHAN e pela UFSC, que desde 1992 gerencia a fortificação.
A fortaleza encontra-se aberta diariamente à visitação pública. Chega-se ao local, por terra, através da Rodovia SC-401, ou por mar, desembarcando-se no trapiche da praia de Jurerê.

Ponte Hercílio Luz

A ponte Hercílio Luz está localizada em Florianópolis, no estado brasileiro de Santa Catarina. A ponte foi construída com o objetivo de ligar a parte insular da capital do estado, na ilha de Santa Catarina, à sua parte continental, visando substituir o antigo serviço de ligação por balsas.





A ponte Hercílio Luz é uma das maiores pontes pênseis do mundo e a maior do Brasil. Teve sua construção iniciada em 14 de novembro de 1922 e foi inaugurada em 13 de maio de 1926. A ponte tem 821,005 m de comprimento total, sendo formada pelos viadutos de acesso do continente, com 222,504 m, da ilha, com 259,08 m, e pelo vão central pênsil, que tem 339,471 m de extensão.
A estrutura de aço tem o peso aproximado de cinco mil toneladas, e os alicerces e pilares consumiram 14 250  de concreto. As duas torres principais têm 74,21 m de altura.


A ponte foi projetada e construída durante o governo de Hercílio Luz para ser a primeira ligação terrestre entre a ilha e o continente. O idealizador não viu seu sonho ser concluído, pois morreu em 1924, doze dias depois de inaugurar uma réplica de madeira, construída na Praça XV especialmente para o ato simbólico. O nome da obra seria Ponte da Independência, o qual foi mudado após a morte de seu idealizador, em póstuma homenagem.
O projeto é de autoria dos engenheiros norte-americanos Robinson e Steinman, e todo o material nela empregado foi trazido dos Estados Unidos, tendo sido construída por equipe composta de dezenove técnicos especializados norte-americanos e operários catarinenses.
A inauguração da ponte Hercílio Luz, numa tarde chuvosa, em 13 de maio de 1926, acabou com um antigo sofrimento dos então 40 mil habitantes de Florianópolis: depender de balsas para atravessar da ilha ao continente ou vice-versa. Monopolizado, o serviço sequer oferecia cobertura para proteger os passageiros do sol ou da chuva.
O governador Hercílio Luz resolveu construir a ponte para consolidar Florianópolis como capital de Santa Catarina. Àquela altura, as outras cidades do estado consideravam a ilha muito distante para ser o centro administrativo e político do estado e, em consequência, havia um movimento pregando a mudança da capital para Lages.
Depois de obter empréstimo equivalente a dois orçamentos anuais do Estado de Santa Catarina, o governo finalmente iniciou a construção da ponte em 1922. Todo o material foi trazido pelos norte-americanos, os engenheiros Robinson e Steinmann. O pagamento dos empréstimos, feitos junto a bancos norte-americanos, só foi concluído em 1978, mais de 50 anos após a inauguração da ponte.
Desde o princípio, o processo de financiamento foi complicado. O primeiro banco que havia emprestado os 20 mil contos de réis ao governo catarinense faliu. Assim, um novo empréstimo teve que ser obtido, atrasando as obras. Além disso, uma manobra dos banqueiros norte-americanos fez com que o Estado de Santa Catarina se responsabilizasse por dívidas da instituição falida. Ao final, o custo atingiu 14 milhões 478 mil 107 contos e 479 réis — praticamente o dobro do orçamento do Estado à época.

Florianopolis

História de Florianópolis

Primeiramente, a Ilha de Santa Catarina foi habitada pelo homem do sambaqui. Constituídos de caçadores e coletores, os grupos alimentavam-se basicamente de peixes e eventualmente de moluscos, empilhando, ao longo do tempo, pequenos montes e verdadeiras "montanhas" de moluscos. Não eram restos de alimentos como muitos pensavam e ainda pensam, mas (conforme estudos da UNISUL - Universidade do Sul de Santa Catarina), foram construções do homem pré-histórico. Esses montes de conchas calcificados são chamados de sambaqui na língua nativa ("monte de conchas") e constituem uma das mais importante fontes das informações sobre as populações pré-históricas.
Em seguida vieram os tupi-guaranis. Divididos em várias tribos e aldeias, ocuparam a maior parte da área litorânea e foram chamados de Carijós pelos europeusque aqui chegaram. Tudo indica que estes índios tenham vindo da região que hoje é o Paraguai.
Eles já conheciam a agricultura, eram sedentários e tinham na pesca a atividade básica para sua subsistência. Recebem os brancos como grande cordialidade e curiosidade, não manifestando qualquer hostilidade. Por isso, é que mais tarde são aprisionados pelos portugueses e vendidos como escravos nos mercados deSão Vicente e Bahia de Todos os Santos.
Os primeiros colonizadores a se instalarem em Florianópolis foram desertores de algumas expedições marítimas. Entretanto, a fundação da cidade propriamente dita só foi ocorrer a partir de 1675. Foi neste ano que chegou à ilha o bandeirante Francisco Dias Velho, que além de impulsionar o surgimento da cidade, acabou tendo um fim trágico, digno de um filme de aventuras. Com Dias Velho vieram sua esposa, três filhas, dois filhos, outra família agregada, dois padres daCompanhia de Jesus e mais 500 índios domesticados.
O bandeirante natural de Santos (SP) é descrito por algum historiadores como um impiedoso caçador de índios, mas o traço mais palpável de sua personalidade era a coragem de desbravador em uma terra cobiçada por piratas de várias nacionalidades. O fundador já trazia informações sobre a existência de um pequeno comércio realizado no local onde seria instalada a cidade e sobre o espírito pacífico dos indígenas. O primeiro passo foi a construção de uma pequena igreja onde hoje está a Catedral de Florianópolis, contando com a proteção de Santa Catarina. Em seguida foi escolhida a melhor região para a vila, começando a construção de casas e iniciando-se o plantio de novas culturas.
Dias Velho pereceu, lamentavelmente, nas mãos dos piratas, e a povoação que fundou decaiu e quase desapareceu, a ponto de, em 1712Amédée François Frézier, navegador francês que aqui aportou, encontrar apenas 15 sítios com o total de 147 brancos.

Em 1739, precisamente em 7 de março, aportou a ilha de Santa Catarina o brigadeiro José da Silva Pais, nomeado primeiro governador da Capitania de Santa Catarina. Trazia a missão de construir fortificações que dessem ao porto uma base segura, para defesa da costa ao Sul e ao Norte e, ao mesmo tempo, presidir a colonização sistemática da região. Com essa finalidade, o governo português determinou, por meio de editais, aliciar colonos nas ilhas dos AçoresMadeira e outras, transportando-os para Santa Catarina.
Provisão Régia de 9 de agosto de 1747 providenciou as medidas necessárias para essa colonização.
Mais de setenta anos após a chegada de Dias Velho, em março de 1748, estabeleceu-se a primeira colônia deportugueses açorianos às margens da Lagoa da Conceição, no interior da Ilha de Santa Catarina. Pouco depois, a segunda colônia estabeleceu-se em Santo Antônio de Lisboa. Outras colônias estabeleceram-se no continente: em São MiguelSão José de Terra FirmeEnseada de Brito (que, segundo as crônicas, deve seu nome ao fundador de Laguna, o bandeirante vicentista Domingos de Brito Peixoto) e em Vila Nova, próximo de onde hoje se encontra Imbituba.
O povoado bandeirante fundado por Dias Velho tornou-se município em 23 de março de 1726. Nessa ocasião, a capitania de Santa Catarina já existia desde 11 de agosto de 1738. Nesse tempo, já eram municípios também São Francisco do Sul (desde 1660) e Laguna (desde 1714, embora instalado apenas em 1720).


quinta-feira, 23 de abril de 2015

2º Bimestre



     Pessoal, iniciamos o 2º bimestre! Vamos caprichar ainda mais, estudar muito e aproveitar para aprender coisas novas!